O uso de software livre no Linux é uma prática mais adequada

Desde que começei a usar a distribuição GNU/Linux Ubuntu, em fins de 2006, tenho procurado também preferir o uso de software e protocolos open source.

Não gosto e nem compartilho de radicalismo sobre soluções proprietárias no mundo da informática, mas sim na qualidade técnica que o open source pode oferecer.

De uns tempos para cá, estamos vendo o crescimento do uso do Ubuntu, alavacando também demais distribuições GNU/Linux e, resultando isso um ganho na melhoria e performance de softwares, drives e protocolos livres para essa plataforma, em como para outros sistemas operacionais.

O quanto eu falava, com colegas do fórum do Ubuntu PT, sobre acreditar no crescimento do número de usuários do GNU/Linux através do fenômeno causado pelo Ubuntu. E nada como observar esse crescimento nos fóruns e tantos outros locais disponíveis referentes ao Linux e as opções open source, seja na Internet ou não.

Mas isso, claro tem o seu preço, a chegada cada vez mais de pessoas deslumbradas pelo Ubuntu e afoitas em informar, infelizmente, algumas das vezes erroneamente sobre aspectos de uso do GNU/Linux etc e tal…

Até compreendo, pois a cultura de uso de outros sistemas operacionais durante anos a fio, sem conhecermos outros, nos fazem adquirir certos hábitos. Mas precisamos ter a consciência e até humildade, de aprendermos qual a lógica desse novo sistema que estamos começando a usar.

Uma má orientação a um iniciante, é altamente prejudicial num contexto geral a todos os usuários do GNU/Linux e também de soluções open source. Podendo causar de cara a rejeição a esses produtos e, consequentemente, uma estagnação de seu desenvolvimento.

Sinceramente, fico bastante triste, por exemplo, quando vejo um incentivo de instalação do MS-Office, do Adobe Photoshop, etc… via emuladores no GNU/Linux.

Naturalmente, é claro que não fica especificado a questão da legalidade de tais respectivos softwares, o que de fato acarreta um incentivo a pirataria. E aí será que seria bom para tais divulgadores verem um produto seu ser pirateado, sem lhes trazer nenhum benefício de ordem financeira e intelectual, pelo seu trabalho de criação?

Fora a questão da performance do software em rodar num ambiente emulado, estranho ao seu sistema operacional de uso, podendo até causar erros nos arquivos a serem manipulados.

Um dos argumentos, de tal prática é de que o GNU/Linux é livre, democrático… e que se pode usar o que bem entende. Ledo engano! Aqui o mais indicado é a leitura e entendimento de sua licença de uso: GNU General Public License.

Outra questão, conforme já mencionei acima é que tal incentivo, prejudica o desenvolvimento das soluções open source. Para que desenvolvedores, investidores vão se preocupar em aprimorar tais soluções? Quem perde? Todos nós, que optamos pelo uso de sistemas operacionais e demais soluções open source.

Se precisamos continuar usando as soluções proprietárias de código fechado, não vejo motivo para uso do GNU/Linux, que se fique, legalmente, nos sistemas padrões de tais softwares.

Também é bom frisar que em sistemas operacionais proprietários, existem inúmeros softwares livre a serem usados, que rodam em diversos sistemas operacionais.

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